Antes da primeira aula, a criança lê em voz alta com a professora. O reforço parte do nível real dela, e não do ano escolar em que foi aprovada.
Ela não sabia ler. Hoje levanta a mão na sala.
No bairro Santa Maria, em Aracaju, crianças passam de ano sem conseguir ler um parágrafo. O Reforço Escolar tira uma por vez dessa fila: aulas no contraturno, material didático e uma professora que sabe o nome dela. R$ 100 por mês cobrem tudo. Você recebe notícia dela todo mês.

Ela senta, copia o quadro inteiro e não entende uma linha
Quem dá aula conhece essa criança: ela não atrapalha, não pergunta, e por isso demora a ser vista. Os números confirmam o que a sala mostra. Na maior escola municipal do Santa Maria, bairro onde o projeto acontece, 99,4% das crianças passaram de ano. A nota de leitura delas no Saeb foi 176, abaixo do esperado para o 5º ano. Passar de ano e saber ler deixaram de ser a mesma coisa.
Ideb 2023 e Saeb, anos iniciais, por escola (Inep), bairro Santa Maria, Aracaju. Em Sergipe, só 38,4% das crianças estavam alfabetizadas na idade certa em 2024, contra 59,2% no Brasil (Indicador Criança Alfabetizada, MEC).
É um acordo entre quatro pessoas.
Eu, a professora da comunidade, a família e você. Cada um assume uma parte, e o começo é sempre o mesmo: uma visita na casa antes de qualquer aula.
Os números dizem onde dói. O reforço age exatamente ali.
Cada dado abaixo tem um próximo passo concreto do outro lado. É o que acontece na semana seguinte à entrada da criança.
O que falta é tempo individual. Grupos reduzidos no bairro permitem que a professora corrija erro por erro, na mesma semana.
Sem ler, nenhuma outra disciplina anda. Por isso a base vem primeiro. A evolução é registrada todo mês pela professora e pela família.
O dado vira criança lendo quando alguém banca o mês dela.
R$ 100 cobrem um mês de reforço de uma criança do Santa Maria, com diagnóstico, material e acompanhamento registrado.
Fontes: Ideb e Saeb 2023, anos iniciais, por escola (Inep), escolas municipais do bairro Santa Maria, Aracaju. Indicador Criança Alfabetizada 2024 (MEC/Inep) para Sergipe e Brasil.

Eu não esperei a ajuda chegar
“Depois da pandemia, vi crianças avançando de ano sem conseguir ler. Estamos vivendo uma silenciosa pandemia de analfabetismo. E ela é reversível.”
Sou Fernando Leite, professor de biologia em Aracaju, cristão e idealizador voluntário do projeto. Como professor, você aprende a reconhecer a criança que copia o quadro inteiro e não entende uma linha do que copiou. Eu podia esperar uma política pública chegar. Preferi bater na porta das famílias do Santa Maria e começar pelo meu bairro. Faço isso movido pela fé: instruir uma criança é semear esperança. Hoje é comigo que você fala, sou eu quem manda as fotos e é o meu nome que aparece na chave PIX.
“Instrui a criança no caminho em que deve andar, e, quando envelhecer, não se desviará dele.”
Provérbios 22:6

Alicia decidiu ser advogada
Ela tem 10 anos. Um ano atrás, não conseguia ler um parágrafo inteiro em voz alta e já tinha começado a dizer que era “ruim de estudo”. Uma pessoa que ela nunca viu pagou o reforço dela. Hoje ela diz outra frase sobre si mesma.
Nome, imagem, vídeo e voz só vão ao ar com autorização assinada dos responsáveis. Sem autorização, a história é anonimizada, mesmo que perca força.
Educação muda o que a criança pensa que pode ser
A Alicia é o que costuma acontecer quando alguém para com a criança toda semana. A régua oficial: 6 em cada 10 crianças de Sergipe terminam o 2º ano sem estar alfabetizadas (MEC, 2024). Abaixo está o que o projeto pode mostrar sobre quem saiu dessa estatística. Nenhum número inflado.




Gravado com celular, na porta de casa, sem roteiro e sem corte. É o tipo de prova que nenhum relatório substitui.
Sou professora do reforço escolar do Miguel. Quero agradecer por ter pago a banca dele durante esse ano e pedir que continue no próximo.
Sou mãe da Maria Eloísa. Queremos agradecer por você estar pagando a banca dela e pedir que continue pagando no próximo ano.
Meu nome é Mirelly, tenho oito anos, estou no terceiro ano. Vou ler essa leitura aqui para os amigos. Obrigada por ter pago minha banca.
Antes de acreditar, assista.
Quando uma criança aprende, ela volta a sonhar. Aqui está o material bruto disso: visitas nas casas, aulas, crianças falando, mães contando e alunos agradecendo ao padrinho ou à madrinha pelo nome. Gravado no bairro, sem produção e sem roteiro.

Você tem o direito de desconfiar
Projeto pequeno pede confiança grande, e essa conta é minha, não sua. Então aqui está o combinado: seis coisas que qualquer apoiador pode pedir e receber, com o meu WhatsApp aberto para a pergunta que ficar de fora.

Estas são as crianças que recebem o seu PIX
Cada uma tem nome, caderno e uma professora esperando por ela na semana que vem.
Crianças reais do projeto, em Aracaju. As imagens só são publicadas com autorização dos responsáveis.
Você compra tempo de aprendizagem
Tempo é o que falta. Numa sala com trinta crianças, a professora não consegue parar quinze minutos com quem travou na leitura. R$ 100 compram esse tempo para uma criança durante um mês, e ele vira quatro coisas concretas. Padrinho ou madrinha, é o mesmo acordo.
Escolha o valor. O resto leva dois minutos.
PIX na chave do projeto, comprovante no WhatsApp, primeira notícia em até 7 dias.
Base do cálculo: R$ 100 = um mês de reforço de uma criança (aulas, material e acompanhamento).
Enviar esta simulação ao FernandoÉ o aluno agradecendo, pelo nome, ao padrinho ou madrinha que banca o reforço dele. É isso que chega no seu WhatsApp.
Quarenta e dois segundos. Depois decida se o seu PIX faz sentido.
Você combina direto com o Fernando pelo WhatsApp. Em até 7 dias recebe a primeira notícia da criança. Depois, todo mês.

O que todo mundo pergunta antes de doar
O PIX vai para a chave oficial (79999024250, Prof. Fernando Leite) e ele confirma no WhatsApp, com nome e rosto. Você também pode visitar o projeto antes de doar.
Sua empresa banca uma turma. E sabe o nome de cada criança dela.
Sem relatório genérico e sem selo. Sua empresa financia crianças específicas, num bairro específico, e recebe todo mês o que mudou na leitura e na frequência delas.
Começou em Aracaju. Pode chegar a todo o Brasil.
O que funciona num bairro de Aracaju funciona no seu, e o modelo é aberto. Não precisa ser professor nem ter dinheiro parado. Basta querer começar. Eu conto como faço, de graça.

É no Instagram que tudo acontece
A aula de terça, o caderno que virou de página, a visita na casa da avó. O projeto é publicado ali todos os dias, sem edição de propaganda. Se você quer decidir com os próprios olhos antes de apoiar, esse é o lugar.







Uma criança que aprende a ler muda de destino.
Segunda-feira ela senta na mesma carteira, com ou sem reforço. Numa das versões dessa semana alguém para quinze minutos com ela; na outra, o ano continua passando. A diferença entre as duas cabe em R$ 100. A primeira notícia dela chega em até 7 dias.




