Professora Irleide
Professora Irleide, do reforço no bairro Santa Maria, falando na sala onde dá aula. Gravado sem roteiro e sem corte.
No Brasil, muitas crianças passam de ano sem ler direito. Em Santa Maria, Aracaju, o Reforço Escolar oferece contraturno e uma professora que conhece cada criança. A família paga o que pode; você completa o resto e recebe notícias dela todo mês.
Mais de 100 crianças já atendidas

“Depois da pandemia, vi crianças avançando de ano sem conseguir ler. Estamos vivendo uma silenciosa pandemia de analfabetismo. E ela é reversível.”
Sou Fernando Leite, professor de biologia em Aracaju, cristão e idealizador voluntário do projeto. Como professor, você aprende a reconhecer a criança que copia o quadro inteiro e não entende uma linha do que copiou. Eu podia esperar uma política pública chegar. Preferi bater na porta das famílias do Santa Maria e começar pelo meu bairro. Faço isso movido pela fé: instruir uma criança é semear esperança. Hoje é comigo que você fala, sou eu quem manda as fotos e é o meu nome que aparece na chave PIX.
“Instrui a criança no caminho em que deve andar, e, quando envelhecer, não se desviará dele.”
Provérbios 22:6
Esse é o registro mais completo do projeto: famílias no Santa Maria, crianças falando do que mudou e o professor Fernando na rua, na sala e na porta de casa. Sem trilha emocional, sem texto pronto. Só o que acontece.
O vídeo foi gravado no bairro, com as famílias e crianças que autorizaram. Nenhuma cena foi montada para a campanha.
A família paga o que consegue. Você ajuda a completar o que falta.
O projeto conecta famílias que não conseguem pagar integralmente o reforço a padrinhos dispostos a ajudar. A contribuição da família se soma à dos padrinhos para viabilizar a vaga e remunerar professoras da própria comunidade.
A família procura apoio para melhorar a aprendizagem da criança, mas não consegue pagar integralmente uma vaga.
Ela participa da solução e paga uma parte, de acordo com a realidade dela.
Sua contribuição se soma à de outros padrinhos e ajuda a cobrir o valor que a família não consegue pagar.
O projeto organiza os recursos e viabiliza a vaga em uma das bancas de reforço da própria comunidade.
É o valor médio aproximado de uma mensalidade de reforço escolar no bairro. Não é o que você precisa pagar sozinho.
Os valores variam conforme a professora e a situação de cada família. As contribuições são organizadas pelo projeto para complementar as mensalidades de acordo com a necessidade de cada caso.
Exemplo real de junho de 2026. Valores aproximados conforme o fechamento do projeto.
Contribuições de pessoas que ajudam a completar.
O que cada família consegue pagar da mensalidade.
O que ele colocou do bolso para ninguém ficar de fora.
O número de crianças atendidas pode variar ao longo dos meses.
Em alguns meses, quando as contribuições dos padrinhos e das famílias não cobrem toda a conta, o Prof. Fernando complementa parte da diferença para que nenhuma criança fique sem reforço.
Ampliar a rede de padrinhos para atender mais crianças e reduzir a necessidade de complemento pessoal do Prof. Fernando.
Em vez de criar uma estrutura paralela, o projeto fortalece professoras que já vivem e trabalham no Santa Maria. Mais crianças aprendendo. Mais professoras da comunidade valorizadas.
Os valores acima são de um mês real do projeto e variam conforme o número de crianças, as professoras envolvidas e as doações recebidas no período.
Agora que você viu a conta, é essa diferença que você ajuda a completar.
Tempo é o que falta. Numa sala com trinta crianças, a professora não consegue parar quinze minutos com quem travou na leitura. A família contribui com o que consegue. Sua doação ajuda a completar o restante e transforma esse valor em tempo de aprendizagem. Padrinho ou madrinha, é o mesmo acordo.
Por que gratuito: no cadastro social do Santa Maria, 48% das famílias registraram doação como principal fonte de renda (CadÚnico 2017, Observatório Social de Aracaju). Muitas dessas famílias não conseguem pagar integralmente pelo reforço. .

“A gente não ensina só leitura. A gente fica com a criança até ela acreditar que consegue.”
Você não precisa pagar uma mensalidade inteira. Cada contribuição se soma às outras para ajudar uma família a manter uma criança no reforço escolar. PIX na chave do projeto, comprovante no WhatsApp, primeira notícia em até 7 dias.
Seu apoio não precisa pagar uma vaga inteira. Ele se soma à contribuição das famílias e de outros padrinhos para viabilizar o reforço escolar.
Enviar esta simulação ao FernandoÉ o aluno agradecendo, pelo nome, ao padrinho ou madrinha que banca o reforço dele. É isso que chega no seu WhatsApp.
Madrinha e aluna conversando por videochamada, na sala do reforço. Quem apadrinha acompanha a criança pelo nome, não por relatório.
A mãe de uma aluna, na casa dela, agradecendo a vaga no reforço. Quarenta e nove segundos, sem roteiro.
Ela celebra o avanço na leitura e lembra: o estudo é a chave que ninguém tira. É assim que um padrinho torce — pelo nome, degrau por degrau.
Cole a chave exatamente como ela é copiada, sem espaços. O banco deve mostrar Fernando Santos Silva Leite, do Banese. Deu erro mesmo assim? Fale com o Fernando no WhatsApp.
Caso não queira receber nada, basta não combinar nada. Quando quiser, é só chamar o Fernando no WhatsApp.
Ajudar é voluntário. Mas quando a gente assume uma família, ela conta com aquele mês. O Pix automático faz o depósito sozinho, na data que você escolher. Você não precisa lembrar. A família não fica desassistida. E ninguém precisa te cobrar.
O Fernando responde no WhatsApp e explica como configurar no seu banco.
O banco envia sozinho, todo mês, na data que você escolher.
O mês dela está garantido mesmo se você estiver ocupado.
Nem o projeto, nem o Fernando manda mensagem pedindo.
Não gera comprovante, não entra no app, não esquece.
Se o saldo não bastar no dia, o banco simplesmente não envia e te avisa. Você continua no controle o tempo todo.
Ilustração genérica. Cada banco muda os nomes das telas.
O valor que entra todo mês não fica no papel: vira aula real para crianças reais. Elas são do próprio bairro Santa Maria, conhecem a rua, a família e o nome de cada aluno. Sem essas professoras, não existe reforço. A seguir, você vê o resultado delas na vida de uma criança.
Professora Irleide, do reforço no bairro Santa Maria, falando na sala onde dá aula. Gravado sem roteiro e sem corte.
Sala de reforço · com a aluna Maria Clara
Ao lado do Prof. Fernando, sobre o apoio via PIX
Atendimento voluntário de saúde na sala da profª Josiane
Cada apadrinhamento mensal ajuda a manter uma professora dando aula no bairro.



Ela tem 10 anos. Um ano atrás, não conseguia ler um parágrafo inteiro em voz alta e já tinha começado a dizer que era “ruim de estudo”. A família dela entrou com o que conseguia e pessoas que ela nunca viu completaram o resto. Hoje ela diz outra frase sobre si mesma.
Nome, imagem, vídeo e voz só vão ao ar com autorização assinada dos responsáveis. Sem autorização, a história é anonimizada, mesmo que perca força.

Quem dá aula conhece essa criança: ela não atrapalha, não pergunta, e por isso demora a ser vista. Isso acontece no Brasil inteiro, e em Sergipe e Aracaju não é diferente. A diferença aqui é que a gente mede e age. As escolas do Santa Maria e do 17 de Março melhoraram de verdade entre 2023 e 2025, e isso importa. Só que o Ideb soma aprovação e prova: na maior escola do bairro, 99,4% das crianças passaram de ano com nota 176 de leitura no Saeb, abaixo do esperado para o 5º ano. Passar de ano e saber ler ainda não são a mesma coisa.
Ideb 2023 e 2025 por escola, anos iniciais (Inep), bairros Santa Maria e 17 de Março, Aracaju. Proficiência e aprovação: Saeb 2023. Em Sergipe, só 38,4% das crianças estavam alfabetizadas na idade certa em 2024, contra 59,2% no Brasil (Indicador Criança Alfabetizada, MEC).
Eu, a professora da comunidade, a família e você. Cada um assume uma parte, e o começo é sempre o mesmo: uma visita na casa antes de qualquer aula.
Cada dado abaixo tem um próximo passo concreto do outro lado. É o que acontece na semana seguinte à entrada da criança.
Antes da primeira aula, a criança lê em voz alta com a professora. O reforço parte do nível real dela, e não do ano escolar em que foi aprovada.
O que falta é tempo individual. Grupos reduzidos no bairro permitem que a professora corrija erro por erro, na mesma semana.
Sem ler, nenhuma outra disciplina anda. Por isso a base vem primeiro. A evolução é registrada todo mês pela professora e pela família.
Uma revisão de 96 experimentos mediu ganho de 0,37 desvio-padrão com tutoria. Entre 14 tipos de intervenção estudados, é a que mais rende para crianças de baixa renda.
O dado vira criança lendo quando alguém banca o mês dela.
R$ 100 cobrem um mês de reforço de uma criança do Santa Maria, com diagnóstico e acompanhamento registrado.
A defasagem de leitura na idade certa é um padrão nacional; os números abaixo são o recorte local onde o projeto atua, não uma exceção do bairro. Fontes: Ideb 2023 e 2025, anos iniciais, por escola (Inep), escolas municipais dos bairros Santa Maria e 17 de Março, Aracaju. Proficiência e aprovação: Saeb 2023 — a nota de leitura da maior escola do bairro foi 176. Indicador Criança Alfabetizada (MEC/Inep) para Sergipe e Brasil. Efeito da tutoria: Nickow, Oreopoulos e Quan, NBER Working Paper 27476 (2020), e Dietrichson et al., Review of Educational Research (2017).
A Alicia é o que costuma acontecer quando alguém para com a criança toda semana. A régua oficial: 6 em cada 10 crianças de Sergipe terminam o 2º ano sem estar alfabetizadas (MEC, 2024). Abaixo está o que o projeto pode mostrar sobre quem saiu dessa estatística. Nenhum número inflado.






Gravado com celular, dentro de casa e na sala do reforço, sem roteiro e sem corte. Inclui a Helena, 11 anos, falando direto com o padrinho dela. É o tipo de prova que nenhum relatório substitui.
Sou mãe da Maria Eloísa. Queremos agradecer por você estar pagando a banca dela e pedir que continue pagando no próximo ano.
Meu nome é Mirelly, tenho oito anos, estou no terceiro ano. Vou ler essa leitura aqui para os amigos. Obrigada por ter pago minha banca.
Quando uma criança aprende, ela volta a sonhar. Aqui está o material bruto disso: visitas nas casas, aulas, crianças falando, mães contando e alunos agradecendo ao padrinho ou à madrinha pelo nome. Gravado no bairro, sem produção e sem roteiro.

Gravado na sala do reforço, um por um, com o nome do padrinho ou da madrinha na tela.
Projeto pequeno pede confiança grande, e essa conta é minha, não sua. Então aqui está o combinado: seis coisas que qualquer apoiador pode pedir e receber, com o meu WhatsApp aberto para a pergunta que ficar de fora.

O acompanhamento mensal não é promessa de página: , com o padrinho na chamada (01:43).
Cada uma tem nome, caderno e uma professora esperando por ela na semana que vem.



































Crianças reais do projeto, em Aracaju. As imagens só são publicadas com autorização dos responsáveis.
O PIX vai para a chave oficial (79999024250, Prof. Fernando Leite) e ele confirma no WhatsApp, com nome e rosto. Você também pode visitar o projeto antes de doar.
Sem relatório genérico e sem selo. Sua empresa financia crianças específicas, num bairro específico, e recebe todo mês o que mudou na leitura e na frequência delas.
O que funciona num bairro de Aracaju funciona no seu, e o modelo é aberto. Não precisa ser professor nem ter dinheiro parado. Basta querer começar. Eu conto como faço, de graça.

A aula de terça, o caderno que virou de página, a visita na casa da avó. O projeto é publicado ali todos os dias, sem edição de propaganda. Se você quer decidir com os próprios olhos antes de apoiar, esse é o lugar.







Segunda-feira ela senta na mesma carteira, com ou sem reforço. Numa das versões dessa semana alguém para quinze minutos com ela; na outra, o ano continua passando. A diferença entre as duas é alguém ajudar a completar a mensalidade dela. A primeira notícia chega em até 7 dias.




(79) 99902-4250 · Fernando Santos Silva Leite · Banese